Conversa

Linkania - a multidão hiperconectada

no plano da imanência; Linkania e o Religare;

Sobre liberdade

Se todos adotarem por livre e espontânea vontade a correção política, não há problema. Se ela é imposta, isto é censura. Regras de convivência em ambientes fechados, no trabalho por exemplo, fazem algum sentido. Na praça pública, não. E um blog é um sujeito falando em cima dum banquinho na praça pública que é a Internet.
-- Pedro Doria, numa discussão sobre sexo, politicamente correto, hipocrisia etc.,
via:

GMail - invade a praia

Diretamente do China: O Gmail é infinitamente melhor que o hotmail. É mais rápido, tem interface mais limpa, uma proteção contra Spam muito boa e, principalmente, muito mais espaço para o tráfego de fotos do Justin Timberlake do momento, mensagens de auto-ajuda e, é claro, os destaques da pornografia virtual.

Portanto, a maioria das pessoas que usam o hotmail vão ter um choque de qualidade grande o suficiente para vencer a inércia da migração para um novo sistema.

Abandonando o hotmail, o império do chairman Bill fica apenas com o MSN messenger como âncora para o .net Passport. Basta o Google continuar jogando bem e integrar direitinho o GoogleTalk com o Orkut. Então o império G pode controlar com uma identidade única e-mail, mensagens instantâneas, VOIP, newsgroups, listas... vai faltar só o SMS.

Acessa São Paulo

Estou trabalhando no projeto Acessa São Paulo. São mais de 200 unidades do acessa operando no Estado de São Paulo. Estarei coordenando o conteúdo, ou seja, estou responsável para articular a interface virtual do projeto, as conversações entre a instituição e as pessoas (e vice versa), entre as pessoas e as pessoas. A idéia é disponibilizar um site de conversação no sentido mais marketinghacker da palavra.

Contamos com uma boa equipe. Pequena mas eficiente. O Kobashi assumiu a coordenação geral, enquanto a Maria Amélia assumiu a coordenadoria operacional (não sei exatamente qual é a estrutura, mas pelo que sei o projeto operacional e o 'conteúdo' trabalham de forma independente).

A Virtual World is Possible?

"The Seattle movement against corporate globalisation appears to have gained momentum - both on the street and online. But can we really speak of a synergy between street protests and online 'hacktivism'? No, but what they have in common is their (temporal) conceptual stage. Both real and virtual protests risk getting stuck at the level of a global'demo design' no longer grounded in actual topics and local situations. This means the movement never gets out of beta. At first glance, reconciling the virtual and the real seems to be an attractive rhetorical act. Radical pragmatists have often emphasized the embodiment of online networks in real-life society, dispensing with the real/virtual contradiction. Net activism, like the Internet itself, is always hybrid, a blend of old and new, haunted by geography, gender, race and other political instances. There is no pure disembodied zone of global communication, as the 90s cyber-mythology claimed."

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