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Markets as Conversations

The points I intend to make here are, basically, three: (a) that markets should be understood, in an ideal-typical manner, as part of a general social order which I refer to by the ancient expression 'civil society' (CS); (b) that markets reinforce that order by shaping and influencing culture, politics and society so that they proceed, or function, in a civil manner; and (c) that we may get a better grasp of the way markets act and achieve this effect by developing an understanding of markets as conversations.(...)

I develop a view of markets as conversations, that is, as a system of communication (mostly, but not entirely, by non-linguistic means) which works as an educational mechanism shaping people's habits. In turn, these habits may help them to develop a complex of capacities and dispositions, of civil and civic virtues, which we can bracket together under the rubric of 'civility'.

Boca falante

O processo de colaboração através de ferramentas online é de certa forma elitista. É necessário estar utilizando um computador. É necessário estar conectado à rede para se valer dos seus recursos. No entanto, a colaboração passa a funcionar muito bem quando podemos utilizar seus recursos no seu potencial. Sejam esses recursos os computadores, os cadernos de anotações, lápis ou apenas uma boca falante.

Multitude em Spinoza

Tal é então o fim para qual eu tendo, a saber, adquirir uma natureza assim superior, e esforçar-me para que muitos outros a adquiram comigo. Com efeito, isso também pertence à minha felicidade: aplicar-me para que muitos outros compreendam o que compreendo, a fim de que seu entendimento e seus desejos concordem perfeitamente com meu entendimento e meus desejos. Para que isso se faça, é preciso ter na Natureza conhecimento suficiente para a aquisição dessa natureza humana superior; depois é precciso formar uma sociedade tal como ela deve ser, a fim de que o maior número possível de homens cheguem , tão fácil e seguramente quanto possível, a esse objetivo. Em seguida, deve-se dedicar os esforços a uma filosofia moral, assim como à ciência da educação das crianças; e como a saúde é um meio importante para a consecução desse fim, será preciso elaborar uma medicina completa. E como muitas coisas difíceis tornam-ser fáceis através da arte, e que esta nos faz ganhar muito tempo e comodidade na vida, não se deixará de lado absolutamente a mecânica. Mas antes de tudo será preciso encontrar um meio de curar o entendimento e de purificá-lo tanto quanto se puder no início do empreendimento, a fim de que ele compreenda as coisas facilmente, sem erro, e o melhor possível. Donde já se pode ver que quero dirigir todas as ciências para um único objetivo e um único fim, a saber, o de chegar a essa suprema perfeição humana de que falamos; assim, tudo aquilo que, nas ciências, não nos faz avançar em direção ao nosso objetivo deverá ser rejeitado como inútil; ou seja, em uma palavra, que todas as nossas ações assim como todos os nossos pensamentos deverão estar voltados para esse fim.

Nova forma de poder na América Latina.

Escrito em parceria com Giuseppe Mario Cocco, cientista político e professor da UFRJ, o mais recente livro do filósofo italiano Antonio Negri discute as novas formas de poder e as possibilidades de resistência à globalização no contexto político e econômico de países como Brasil, México e Argentina.

O livro é Glob(AL) - Biopoder e Luta em uma América Latina Globalizada - Antonio Negri, Record, 272 págs.

Os autores procuram perceber como os três maiores países da América Latina, que experimentaram um processo de desenvolvimento bastante conturbado, enfrentam a globalização, que determina uma transformação geral de parâmetros da vida econômica e democrática. A reflexão parte de uma hipótese: "a soberania, em nível global, foi definitivamente reduzida a uma relação de forças antagônicas". A relação entre domínio e dominados não pode ser fechada, a soberania contemporânea é um poder sujeito a estímulos diversos, contraditórios.

Hardt e Negri: El Imperio revisitado

Link: clarin.com

Los autores revisan las tesis centrales de "Imperio" y las refieren a la situación argentina y los movimientos que enfrentan al capitalismo global. Hardt anticipa un ensayo, con un análisis de la neomilitancia en el Foro de Porto Alegre

MATILDE SANCHEZ.
En marzo de 2000, poco después de la irrupción, en Seattle y Washington, del movimiento contra el neoliberalismo global, la imprenta de Harvard publicaba discretamente Imperio, un tratado de filosofía política que dio conceptos a la ira de la época. "La economía global necesita un espacio abierto de flujos sin codificar, desterritorializados", decía en agosto de ese año a este diario Michael Hardt, joven profesor de la universidad de Duke. Hardt y el filósofo y activista italiano Toni Negri, ya habían escrito juntos Labour of Dionysus, una crítica del Estado en el capitalismo y el socialismo.

DIY SURVIVAL

Have you ever wanted to stop annoying mobile phone conversations encroaching on your space? Or to learn how to turn discarded computers into a running network? Or to set up your own street television? Or even how to discover how to fund your art projects with unheard of strategies? Now you have the chance to learn how!

DIY SURVIVAL is a compilation of cutting edge strategies, methods and techniques of DIY art, delivering a wide range of practices, actions, events, enterprises and issues which all have to do with the art of DIY, with forms of media subversion and the intelligent sabotage of cultural markets.

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