EntrarNavegaçãoProjetosMarketing Hacker Quem está onlineAtualmente estão online 0 utilizadores e 1 visitante.
CopyLeft
|
blog hdhdBlogagem coletiva e a multidão
Pergunta com respostaO referendo do desarmamento está na pauta dos jornais, das revistas e na Internet. Está rolando um debate muito legal. Uns são a favor do desarmaentos. Outros repudiam a proibição e outros acham que vão enfrentar a violência munidos de estilingues de fogo. Santa ingenuidade! Esse é um debate difícil. Eu não tenho dúvidas daquilo que acredito. Estou do lado da vida. Sou contra as armas que tem apenas uma razão para existir, ou seja, as armas servem para abreviar a vida. No entanto, esse argumento de estar do lado da vida não é muito válido, pois aqueles que defendem a proibição do aborto também apelam para a vida para se opor aos que acreditam na liberdade das pessoas tomarem suas decisões. Assim, temos que montar argumentos mais persuasivos do que apenas lidar com a vida. Como funciona a evolução das massas nos países em desenvolvimento?Esta é uma pergunta de um milhão de dólares... (ri) Há quem dê a esta pergunta a resposta do islamismo, isto é, "tomemos o petróleo". Mas existem outras respostas bem mais sérias. Há aqueles que dizem: precisa haver igualdade. Precisa haver igualdade. E, uma vez que o novo modo de produção se baseia essencialmente em formação e informação, é necessário construir meios formadores e informáticos que sejam comuns, isto é, é preciso construir escolas e grandes redes de comunicação, os meios que nos permitem viver e produzir, renovar e aumentar a nossa riqueza. Esses são os projetos em torno dos quais podemos desenvolver e construir realidades comuns, deixando as privatizações de lado. Deixar de privatizar, não para tolher a liberdade - não é verdade que as coisas privadas garantam a liberdade. E digo mais: nem mesmo o regime público nos permite ampliar a liberdade. Eu estou convencido que o comum é que nos permite ampliar a liberdade. E este comum é a Multidão, que é a resposta à sua pergunta. Em nossa civilização, nós fazemos três-quartos das coisas do nosso cotidiano sem a presença do Estado. São coisas que fazemos dentro do patamar de liberdade das relações que estabelecemos entre nós. E a riqueza disso está na abundância das nossas relações sociais. Isto é o que importa: o comum. O comum é a coisa mais simples e bem repartida que existe no mundo, são as ruas, as escolas, os idiomas, todas as coisas de que nem sempre nos damos conta, mas que devemos administrar no nosso dia-a-dia. A Multidão SolidáriaO italiano Antonio Negri, que já foi acusado de terrorista, está reescrevendo o credo da esquerda. Primeiro criou a idéia de Império, sem fulanizar imperialismos, que aceita a globalização como fato consumado. Agora, com o americano Michael Hardt, lança Multidão, conceito que ultrapassa a distância entre o público e o privado em favor do que deve ser comum a todos. A Multidão, produto de um mundo interligado por computadores, será revolucionária? Talvez não. " Mas pode provocar transformações profundas." Artistas contra direitos autoraisArtistas da Sony BMG e EMI ensinam fãs a driblar as gravadoras e baixar música para iPods NOVA YORK (Billboard) - As grandes gravadoras Sony BMG e EMI estão lançando cada vez mais CDs que não permitem que os fãs levem as música para seus iPods. Agora, na virada mais bizarra já testemunhada na luta do setor musical contra a pirataria, os grupos Dave Matthews Band, Foo Fighters e Switchfoot -- e até mesmo a Sony BMG, quando ela recebe queixas -- estão explicando aos fãs como fazer para derrotar o sistema. [mais aqui] A Net e o capital global...O Capital Global abraça abertamente a Net por que a Net parece ter a mesma estrutura do Capital Global. Ele anuncia a Net como O Futuro Agora, e protege os cidadãos virtuais desses governos velhos e maus. Afinal, a Net é mesmo o paradigma de um Mercado Livre, não? O sonho de um Libertário. Mas secretamente o Capital Global [perdoem pela falácia patética - puxa, eu não consigo parar de reificar o Capital...]... secretamente, o Capital Global deve estar doente de preocupação. Bilhões de dólares de investimento foram tragados pela Net, mas a Net parece agir como um astro eclipsado: - há um efeito de penumbra, mas o planeta está negro. Talvez um buraco negro. Afinal, Hawking provou que mesmo buracos negros produzem uma quantidade mínima de energia - alguns milhões de pratas, talvez. Mas essencialmente não há dinheiro circulando na Net, nem dinheiro saindo dela. Parece que a Net pode agir metaforicamente como uma "feira livre" até certo ponto (possivelmente bem mais do que já age) - mas falhou em se desenvolver como um Grande Mercado. A WWW não parece estar ajudando muito neste ponto. A "Realidade Virtual" começa a se parecer com mais um futuro perdido. IntraNets, transmissão personalizada de dados e "televisão interativa" são as estratégias propostas pelos Zaibatsus para colonizar o que resta da Net. O e-cash não parece estar dando conta. |
BookmarksDoaçõesMetaReciclagem Patrocínio |